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Menagem do Dia.:

"Nunca diga á Deus que você tem Um grande Probloma, mas sim ,diga ao Problema que você tem um Grande Deus".

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Por : TAto Zoppa


Em uma tentativa de convencer os membros executivos da Fifa de que pode sediar a Copa do Mundo de 2018, a candidatura conjunta de Holanda e Bélgica se colocou como inferior e desafiou as "superpotências". Concorrem com holandeses e belgas a Rússia, a Inglaterra e outra candidatura conjunta, formada por Portugal e Espanha.
No guia de mídia que distribuiu nos dias que antecede a votação, na quinta, um sinal de que a estratégia passa por fazer um papel de "primo pobre" da disputa. A candidatura citou países que não faziam parte do cenário esportivo, mas foram sedes de Olimpíadas e Copas do Mundo nos últimos anos, entre eles o Brasil.
"O mundo dos esportes derrubou fronteiras. A Olimpíada de Pequim e agora no Rio de Janeiro, em 2016. A Copa do Mundo de 2010 na África do Sul e depois no Brasil, em 2014. A Olimpíada e a Copa do Mundo pertencem a todos. Se a Copa do Mundo pertence a todos, não apenas as superpotências devem ser levadas em consideração", disse.
O paralelo proposto pela candidatura faz algum sentido se for levado em consideração que o custo estimado é o segundo menor entre as candidatas a 2018. Por outro lado, dos países concorrentes, apenas Inglaterra e Espanha receberam, por uma vez, a Copa do Mundo. Portugal e Rússia também seriam sedes pela primeira vez e não podem ser colocados no posto de "superpotências" do futebol.
Pelo menos na apresentação do seu kit, Holanda/Bélgica mostrou que tem coerência o discurso com suas ações. Enquanto todas as outras cidades envolvidas no processo, incluídas as aspirantes a 2022, não economizaram em panfletos elaborados, com papel diferenciado e projeto gráfico profissional, a candidatura distribuiu seis papéis sulfites grampeados, com apenas uma imagem entre os textos e uma apresentação mais próxima de um trabalho colegial.
Diferenças
Chama a atenção no folheto da candidatura a diferença na qualidade de seus jogadores históricos. Em parte do texto, holandeses e belgas prometem um evento "completamente no espírito do futebol belga e holandês, a la Cruyff, Van Himst, Gullit, Scifo, Van Basten e Pfaff".

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